Daniel Sharman Brasil

Daniel Sharman é um ator britânico conhecido por interpretar Ares no filme Immortals e Isaac Lahey na série Teen Wolf. Atuou recentemente no filme When Calls The Heart como Edward Montclair e como Kaleb/Kol Mikaelson na série The Originals. Atualmente está trabalhando na segunda temporada da série Mercy Street que será lançada em breve!. Veja mais sobre o ator!

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22.06.2017

Daniel Sharman, que estreou na terceira temporada de Fear the Walking Dead, concedeu recentemente uma entrevista à emissora AMC UK, que transmite a série no Reino Unido. O ator falou sobre seu personagem Troy Otto, a famosa cena da colher no olho, o casamento de Colton Haynes, seus personagens em Teen Wolf e The Originals e mais. Leia a entrevista completa:

AMC UK: O que te levou ao papel na série?
Daniel: A ideia de interpretar personagens complexos e dificeis é sempre interessante para mim. Eles são personagens realmente bons de interpretar. Há um conjunto complexo de razões que explicam maneira como Troy age. Eu sempre sou levado para personagens que não tem recursos de resgate… É por isso que eu amo muito o Troy.

AMC: Como você compara seu tempo em Fear a Teen Wolf e The Originals?
D: É uma das coisas que… Eu me juntei a essas famílias depois que elas foram estabelecidas – Eu gosto disso. Mas todos são diferentes e variam completamente.

AMC: Você mantem contato com algum dos seus ex-colegas de elenco?
D: Sim, todos eles! eu sempre coleciono pessoas. Eu coleciono amigos, colegas artistas e colaboradores e nunca deixo eles irem. Eu apenas formo uma conexão tão bonita. Você está sempre junto [no set] e isso é uma das vantagens.

AMC: Isso significa que você irá ao casamento de Colton Haynes?
D: [Risos] Eu não consigo falar com ele muitas vezes mas eu estou extremamente orgulhoso dele. Eu estou feliz por ele estar feliz. Eu não acho que vou conseguir comparecer, mas eu não poderia estar mais feliz por ele.

AMC: Quem você amaria contracenar – em Fear ou no geral?
D:
Eu amo Albert Finney, ele é um ator bonito. Eu adoraria contracenar com ele. Eu interpretaria com prazer seu servo ou algo do tipo [risos]. Ou Mark Rylance… Esses dois seriam meus co-protagonistas dos sonhos.

AMC: Então, no primeiro episódio Madison enfia uma colher no seu olho. Qual foi sua reação quando você ouviu pela primeira vez que isso aconteceria?
D: Eu descobri que meu rosto teria que ser preparado para ter uma colher no meu olho. E eu fiquei tipo… Certo, tudo bem. Eu estava basicamente colhendo pequenas informações que me permitiam imaginar o que aconteceria. Por algum motivo eu não me liguei que teria que ter a colher no meu olho o tempo todo. Eu estava imaginando como isso ficaria no meu olho. E então no primeiro dia eu tive meu olho ‘escavado’. Isso foi muito difícil porque minha percepção de profundidade sumiu. Foi um bastimo de fogo no set.

AMC: Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu no set até agora?
D: Ah cara… Qualquer coisa engraçada não é engraçada para ninguém mais [risos]. É como uma daquelas coisas sem graça quando as pessoas tem piadas internas e então você explica a piada interna e isso soa tipo… Ok. Eu acho que quando você está gravando há tanto tempo você fica delirante e depois histérico e então… Algo bizarro como um barulho quebra você.

AMC: Você obviamente está muito ocupado no momento filmando a série. Mas você consegue assistir algum outro programa de TV?
D: Eu sou um grande grande grande fã de assistir o trabalho de outras pessoas. Eu amo Preacher. Tem duas outras séries que eu estou deslumbrado; The Young Pope e The Handmaid’s Tale. São duas séries que eu acho que são lindamente juntas.

AMC: Com Sam Underwood E Dayton Callie, há uma invasão britânica na série. Isso é algo que vocês fazem piadas frequentemente no set?
D: Você sabe, é engraçado porque Frank Dillane também é britânico e você tem Alycia que é australiana. É uma história bem americana e essa série representa uma ideia bem americana, e eu acho isso muito fascinante. É uma história de imigração e fronteiras. Eles certamente estão em um apocalipse então tudo se tornou universal, mas eu acho que os personagens nascem de uma ideia muito americana de fronteiras e milícias.

AMC: Por último, quem você acha que ganharia uma briga? [Seu personagem de Teen Wolf] Isaac Lahey ou [seu personagem de The Originals] Kaleb Westphall?
D: Oh… Em uma briga de manipulação emocional eu acho que Isaac venceria. Mas em uma luta física direta, Kaleb. Seria difícil vencer alguém que literalmente pode mover as coisas com a mente.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

ddcon
21.06.2017

Faltando menos de um mês para a vinda de Daniel Sharman para o Brasil recebemos uma triste notícia: o ator não virá para a Daydream Con 2017. O evento realizado pela Daydream Eventos ocorreria nos dias 15 e 16 de Julho em São Paulo. Segundo a empresa, o britânico teve imprevistos em sua agenda e não poderá comparecer ao evento no próximo mês. Confira o anuncio oficial:

COMUNICADO DAYDREAM CON 2017

É com muita tristeza que anunciamos o cancelamento do ator Daniel Sharman na Daydream Con 2017, devido a conflitos inesperados na agenda de trabalho do ator.

Uma substituição foi avaliada, mas, devido a proximidade do evento, não será possível. O evento, contudo, está mantido, com os atores confirmados: Ed Westwick e Alfonso Herrera.

Qualquer atividade avulsa com o ator cancelado é passível de reembolso, mediante solicitação ao Ingresso Rápido, como: PHOTO OP, AUTÓGRAFO E M&G, assim como o DDChoice do ator Daniel Sharman.

O comprador pode optar por efetuar a troca do DDChoice ou das atividades avulsas para um dos outros dois atores, sem que haja qualquer acréscimo em razão da diferença de valores, no caso de mesma atividade. Para efetuar a troca, o comprador deverá também entrar em contato com o Ingresso Rápido.

Caso o comprador não entre em contato com o Ingresso Rápido para efetuar o cancelamento ou troca até dois dias úteis da data do evento, o pacote DDChoice ou as atividades serão considerados automaticamente trocados para um dos outros dois atores, podendo a opção pelo ator ser feita no dia do evento.

Devido ao cancelamento do ator Daniel Sharman, o DDPackage passará a incluir o seguinte: entrada nos dois dias de evento, com assento reservado no setor VIP, além de foto e autógrafo com os dois atores confirmados, um meet and great com um dos atores confirmados.
*Para fazer a opção do meet and great do Ed Westwick ou do Alfonso Herrera, o comprador deverá enviar email para a Daydream (eventos@daydreameventos.com.br) informando a sua opção e senha de compra.

Conforme os Termos e Condições concordados no momento da compra ingressos DDBasic, DDPackage e atividades com os outros atores não são reembolsáveis.

Contamos com a compreensão de todos e nos vemos na Daydream Con 2017

Como dito no comunicado oficial da empresa, todas as atividades com o Daniel poderão ser estornadas ou substituídas por atividades com os atores Ed Westwick ou do Alfonso Herrera, os pacotes VIP e DDPackage também poderão ser estornados.

Com relação ao DSBR United for Life: Continuaremos com o projeto conforme foi publicado quando a vinda do Daniel foi anunciada, porém a pauta será encaminhada para o Daniel via e-mail, como estava planejado desde o inicio, e deixaremos o FanBook para entregar em mãos quando surgir uma outra oportunidade.

Estamos a disposição em nossas redes sociais (Twitter & Facebook) para esclarecimento de qualquer dúvida em relação ao projeto, estornos ou o canelamento da vinda do ator.

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13.06.2017

Recentemente Daniel Sharman concedeu entrevista ao blog Undead Walking onde falou brevemente sobre Troy Otto e como se preparou para interpretar seu novo personagem em Fear the Walking Dead. Confira a matéria completa:

A primeira coisa que perguntei para Sharman foi se Troy Otto era ou não era um “bad boy.” Sharman insistiu que Troy faz algumas coisas ruins, realmente ruins, mas no fundo ele não é malvado. Ele foi criado de uma maneira, e ele acha que suas ações tem uma justificativa. Na mente dele, todos os outros se deram mau por não verem os sinais e não se prepararem, que é o que o pai prega. Ele realmente acredita que está trabalhando no lado certo das coisas agora que a sociedade se desfez. Por muito tempo ele esteve excluído por causa de como ele foi criado, e precisou que a civilização desmoronasse para que ele se encaixasse em sua própria [civilização]. (Nós descobrimos no episódio 3×03 que Troy foi educado em casa, então ele não teve o mesmo tipo de socialização que a maioria das outras crianças) O apocalipse foi libertador para Troy, comentou Sharman, porque isso era o que ele estava sendo preparado a vida todo. Este é o mundo onde ele realmente se encaixa.

Sharman também comentou que entre os irmãos, as pessoas na rancho olham diferente para Troy, porque ele é mais como eles do que o Jake. Jake e Troy são bem diferentes, e Troy é mais um homem de ação, que é o que as pessoas no rancho querem ver.

Sharman disse que ele fez muitas pesquisa sobre preppers, o que eles fazem e o motivo deles fazerem isso. Quando perguntei se ele mudou algum dos habitos dele depois de aprender sobre os preppers, Sharman riu. “Eu saí e comprei um kit de terremoto,” ele disse, considerando que ele vive em Los Angeles, isso faz sentido. (Dos três membros da família Otto que eu entrevistei, Sharman foi o único que realmente saiu e comprou um kit de emergência depois de aprender sobre preppers).

Perguntei se Sharman gostaria de ter um cara como Troy do seu lado se o apocalipse acontecesse. “Eu gostaria, sim,” ele disse. “Mas você precisaria colocar Troy em seu lugar e dar regras para ele seguir.” Troy é um grande sobrevivente e ele sabe tudo sobre se manter vivo, o que é um grande trunfo diante do aumento dos mortos-vivos. O truque são as fronteiras.

Quando falei com Sharman faltavam alguns dias para a estreia da nova temporada de Fear the Walking Dead. Eu ainda não tinha visto Troy em ação, mas no momento da entrevista eu fiquei imediatamente impressionado como a descrição que Sharman fez de Troy me lembrou Shane de The Walking Dead–os dois são homens muito inteligentes e bem adaptados ao apocalipse zumbi.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

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12.06.2017

No último domingo (11) foi ao ar na emissora AMC Brasil o terceiro episódio da 3ª temporada de Fear the Walking Dead intitulado ‘Teotwawki’, com Daniel Sharman interpretando Troy Otto.

Sinopse: “Ainda descobrindo seus lugares, Alicia e Nick acabam se encaixam no novo grupo, enquanto Madison procura sobre o passado de Otto por conta própria.”

Assista ao episódio:

ONLINE:
Legendado

DOWNLOAD:
1080p | 720p | Legenda

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12.06.2017

Daniel Sharman, que estreou como Troy Otto na terceira temporada de Fear the Walking Dead, concedeu recentemente uma entrevista para o BT TV onde fala sobre seu novo personagem e explica como Troy vai alterar o curso da terceira temporada da série da emissora AMC. Leia a entrevista completa:

BT: Você era um fã do universo de Fear the Walking Dead quando se candidatou para o papel?
Daniel: Eu conhecia a série porque se tornou um grande sucesso, mas quando esse trabalho se tornou realidade, eu tive uma ótima desculpa para curtir e assistir essa série. Eu fiquei no meu apartamento por quatro dias e assisti a série inteira. Nunca me senti menos culpado, sentado em minhas cuecas, comendo sorvete e assistindo tudo de uma vez. Enquanto eu assistia, eu comecei a entender o que se implica nesse mundo e suas regras. Então isso é novo para mim, mas é muito bem vindo.

BT: Troy é malvado como pensamos depois de assistir os episódios 1 e 2, ou ele tem um outro lado?
D: O que eu acho maravilhoso nesse papel é que conforme a temporada se desenvolve você começa a ver mais sobre Troy e sobre quem ele realmente é. Eu nunca quis interpretar um personagem que era malvado como uma ideia bidimensional generalizada. O que é fascinante sobre Troy é que você conhece as complicações e complexidades dele. Quando você conhece ele, ele é muito preto e branco. Mas a realidade de Troy é que há muitas áreas cinzas. No primeiro episódio, você vê Troy fazendo coisas, mas conforme a temporada progride, você aprende o por que dele ser do jeito que é e é fascinante olhar um ser humano e o jeito que o passado dele o afeta nesse novo mundo.

BT: O que nós saberemos sobre a mãe de Troy e a história de sua família?
D: Vocês vão saber tudo. Vocês não apenas saberão o que aconteceu no passado, mas também verão muito de Troy em ação. À medida que as coisas acontecem nessa temporada, vocês vão ver como ele reage a novos perigos e de fato como ele se torna um bem em muitos aspectos para a família Clark. Eu acho que esse é um conceito muito interessante. No novo mundo, as pessoas que mais matam se tornam as pessoas mais úteis. Vocês vão ver o desenvolvimento dele, a relação dele com o irmão, com o pai, e até o fim da temporada vocês vão vê-lo como um ser humano completo.

BT: O que você pode nos contar sobre a cena da colher com Madison – que deve ter sido intensa de se filmar!
D: Foi meu primeiro dia no set. Foi um batismo de fogo. O que é incrível sobre essa série é que apesar de ter sido o primeiro dia e de todas as dificuldades da maquiagem e tudo que estava envolvido – toda a equipe tornou isso tão impecável. Também não foi tão ruim quanto parece. Eu estava andando pelo set e eu podia ver as reações das pessoas, mas você quase esquece que você está andando com essa coisa presa no seu rosto. Você só anda por isso e recebe esses olhares estranhos e exagerados. Mas foi incrível trabalhar com Kim e ela foi ótima sobre isso tudo. Ela é uma atriz incrível e tornou esse dia muito divertido e interessante. A parte mais cansativa foi ter batido o joelho cinco ou seis vezes depois dessa cena. A cena do olho não foi tão ruim assim.

BT: Você vai ter muitos fãs com colheres no rosto na Comic Con…
D: Sim, você está certo. Eu estou te dizendo, eu não posso mais aproveitar meu cereal. Eu olho para as colheres de uma maneira completamente diferente.

BT: Eu posso imaginar…
D: Olhos e tendões de Aquiles. São duas areas nas quais eu não consigo pensar sobre.

BT: A relação de Troy e Madison foi muito assustador, como isso vai se desenvolver nessa temporada…
D: O que é ótimo sobre a relação de Troy e Madison é a ideia de que ele teve uma infância sem direção. Então, há a ideia obvia de que ele está procurando uma figura materna em sua vida. No entanto, eu acho que é muito mais matizado que isso para Troy. Madison atrai Troy porque há muito amor, liderança e proposito nela. Ele vê a maneira com que ela interage com a filha e isso atrai ele – ele vê a coragem e a audácia e essas qualidades são algo que ele admira profundamente. Ele também gosta de sua capacidade de se adaptar e jogar o jogo. O que é bom sobre a relação dos dois é o jogo de xadrez. Os dois são pessoas altamente inteligentes e manipuladores e eu acho que Troy aprecia essa jogo de xadrez que está acontecendo.

BT: Você acha que, de uma maneira horrível, ele está satisfeito com o apocalipse?
D: Com certeza. Eu acho que ele, mais do que qualquer outro personagem, se encaixa nesse mudo. Sua falta de empatia e direção moral permitem que ele cresça neste mundo. Eu acho que isso é algo interessante sobre a série – quais são as qualidades que você precisa para sobreviver. Não são necessariamente as mesmas coisas que se aplicavam no mundo antigo. Algumas dessas qualidades do velho mundo realmente pesam agora. No mundo antigo, Troy poderia ter acabado em uma instituição, mas no mundo novo, ele é uma pessoa que o povo precisa.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

 

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07.06.2017

Como a maioria sabe, Daniel Sharman estreou no último domingo na série da AMC ‘Fear the Walking Dead‘ como Troy Otto. E, recentemente o ator concedeu uma entrevista ao Daily Dead onde falou um pouco mais sobre seu personagem, a relação de Troy com Madison Clark (personagem de Kim Dickens) e mais. Leia a entrevista completa:

Entrevistador: Obrigado por tirar um tempo para falar comigo e parabéns pelos primeiros episódios. Eu realmente gostei da sua performance como Troy, é um papel fascinante. Qual foi o processo de audição para você entrar na série? Você sabia para quem [qual personagem] estava fazendo a audição? Eu sei que audições para Fear the Walking Dead ou The Walking Dead podem ser secretas.
Daniel: Sim, eles são bem sigilosos. Na verdade, eu não descobri quem Troy era até basicamente o dia que cheguei lá [no set]. Eu realmente não sabia muito sobre ele. Mas as pessoas ficavam me dizendo que esse era um papel muito interessante. Eles meio que me davam aqueles olhares e eu ficava “ok, interessante.” Isso poderia ser um código para outra coisa. Eles foram bastante sigilosos em relação a isso, mas os roteiros dos episódios eram muito interessantes e bem escritos.

Eu não acho que usamos nenhum dos roteiros que eu recebi – eles eram roteiros falsos – mas eu fiz as audições como todo mundo, voltei para lá e conheci Dave [Erickson], mas eu honestamente não sabia nada sobre até eu chegar lá, e então de repente eles estavam tipo, “Nós vamos encaixar uma colher no seu olho,” e eu fiquei tipo, “Lá vamos nós, cidade prostética, aqui vou eu.” Mas a colher realmente ficou muito boa, então fico feliz que tenhamos feito. Mas eu pensei que ia ter uma colher no meu olho durante toda a temporada.

E: Eu nunca mais vou olhar para uma colher da mesma forma depois da cena que você fez com Kim Dickens.
D: É engraçado, eu estava falando para Kim, “Você sabe, eu sou um homem britânico, e eu simplesmente não posso mais tomar xícaras de chá com essas colhares. Isso traz muitas memórias.”

E: Essa [cena da colher] foi sua primeira cena com Kim Dickens?
D: Sim, essa foi literalmente a primeira cena, então foi uma introdução.

E: Foi divertido assistir Troy e Madison interagido. Foi como assistir a uma partida de xadrez, porque ambos sabiam como jogar com o outro, e Troy pode ter conseguido mais do que negociou com a familia Clark, porque Madison estava mexendo com ele e mantendo Troy atento tanto quanto ele a deixou atenta.
D: Absolutamente. Isso sempre foi fascinante para mim no script. Você nunca tem a sensação de que qualquer jogador de xadrez revela sua jogada, e o que eu acho adorável sobre isso é que mesmo quando Troy é surpreendido ou superado por Madison, há um tipo de respeito em vez de antipatia, porque agora ele tem uma parceira que é igual a ele. Eu acho que essa foi a primeira vez em sua vida que ele já teve alguém que mostrou isso, então há uma expecie de euforia e alegria em brincar com ela. O seu barómetro de quando podemos ser amigos não é o mesmo que o dos outros. Você deve quase mata-lo para ganhar seu respeito.

E: No começo, você pensa que Troy é apenas essa pessoa sádica e que ele está fazendo essas coisas por pura maldade, mas conforme conhecemos mais sua história, isso quase parece que Troy é uma vitima tanto quanto ele é um vilão. Foi interessante mergulhar nessa duplicidade como ator?
D: Sim, eu realmente não estou interessado em interpretar—Eu acho que nenhum ator está— personagens bidimensionais, então isso nunca foi uma ideia pra mim, que esse seria apenas um psicopata ou alguém totalmente sem passado ou sem motivo para seu comportamento, então eu fiquei bem feliz que os roteiros apoiaram um personagem profundamente perturbado, mas que também os motivos desse problema—uma exploração dentro do ser humano e da natureza humana. Isso pra mim, como ator, é sempre muito mais fascinante do que apenas interpretar um personagem “malvado.”

E: Pelo fato de Troy ter perdido sua mãe antes do apocalipse, você acha que ele quase pode ver Madison como uma figura materna em sua vida?
D: Há um relacionamento bem confuso lá. Claro que há uma ideia de perder uma mãe, mas não acho que é tão simples quanto ele querer substituir sua mãe. Eu acho que ele vê Madison como uma mulher forte, e é fascinado por alguém que se preocupa profundamente com seus filhos e faria qualquer coisa pela sobrevivencia deles, o que é tão estranho para ele, porque ele nunca teve ninguém que tenha feito isso. Então eu não acho que seja apenas uma coisa maternal, mas ele é fascinado pela devoção e esse amor intenso. Porque quando ele vê Madison pela primeira vez, não é apenas Madison, é Madison com Alicia. Essa é a chave, ver duas pessoas juntas e observar essa relação, que é algo que Troy simplesmente não entende. Ele tem uma fala no primeiro episódio onde ele diz algo como, “Você ama ele mais do que ama a sí mesma.” E ele nunca encontrou isso. Ele fica bastante confuso por alguém que realmente daria a vida por alguém que amava.

E: Você teve uma jornada nos últimos anos com projetos memoráveis e sombrios. Você esteve em Teen Wolf e The Originals, e até teve essa aparição memorável em The Collection, e agora você está em Fear the Walking Dead. Eles são todos projetos diferentes, mas eles lidam com esses temas mais sombrios. Existe algo sobre esse gênero que você é atraído, ou alguma coisa que lhe dá uma oportunidade particular para explorar isso como ator?
D: Eu adoraria dizer que escolhi isso, mas isso soa como se eu tivesse algum tipo de controle sobre essas coisas. Eu vou aonde quer que eles me paguem pra ir, mas há algo que eu amo sobre qualquer mundo em que você possa explorar os extremos da humanidade. Eu não sei se isso é só porque sou um maluco e, portanto, eu gosto dos extremos, mas eu acho que a vida é muito curta, e se você vai pelos extremos você vai pelas grandes coisas. E em um gênero como esse, eles estão lidando com o fim da sagacidade. É onde as apostas são incrivelmente altas, é onde tudo vive onde você vê, de alguma maneira, a real natureza humana, e eu gosto disso. Talvez seja apenas algo que se encaixe, porque eu sou um tipo extremo de pessoa e eu aproveito isso, e, portanto, as pessoas pensam que sou um maluco [risos]

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

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05.06.2017

Neste domingo (04) foi ao ar na emissora AMC Brasil a terceira temporada de Fear the Walking Dead, que teve lançamento em dose dupla. O episódio intitulado “Eye of the Beholder” foi a estreia de Daniel Sharman como o novo personagem Troy Otto, seguido do segundo episódio da temporada “The New Frontier.”

Assista aos episódios:

3×01 – Eye of the Beholder
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1080p | 720p | Legenda
Online
⠀⠀
3×02 – The New Frontier
Download
1080p | 720p | Legenda
Online

after4
01.06.2017

Em recente entrevista para a revista DA MAN Daniel Sharman confirmou que não interpretará Hardin Scott nos filmes de ‘After‘, como era esperado pelos fãs da série de livros. Após a decisão do ator ter sido divulgada, Anna Todd se pronunciou sobre o posicionamento de Daniel, a autora entrou em contato com o fã-clube The AFTER Movies no Twitter para falar sobre:

“Ei! Eu entendo totalmente que as pessoas estão tristes, eu estava triste também. Eu fiquei sabendo há um tempo mas eu respeito Daniel então não falei nada. Eu honestamente concordo com a decisão e a decisão de não interpretar o papel não foi apenas dele. Eu espero que o fandom seja legal com ele sobre isso porque ele realmente amou o projeto, a série de livros e os fãs mas por algumas razões, isso não funcionaria. E gosto da paramount, e amaria ver um novo rosto de alguém que tem a mesma idade do Hardin e que será capaz de lidar com um fandom tão grande e ama-lo! Nós precisamos que nosso Hardin seja capaz de ser ativo com o fandom e que esteja nas redes sociais etc etc Eu amo o Daniel como pessoa”

Lembrando que não havia nenhuma confirmação de que Daniel faria, de fato, o personagem Hardin, todas as informações eram apenas rumores e especulações. O papel foi oferecido ao ator porém a decisão final foi de não fazer o filme.

damanentre
31.05.2017

Daniel Sharman estará na edição de Junho/Julho da revista britânica DA MAN e além de um photoshoot fotografado por Mitchell Mccormack o ator britânico também concedeu uma entrevista onde fala sobre sua paixão por artes, futuros projetos, o rumor sobre interpretar Hardin Scott no filme “After” e mais. Confira a entrevista traduzida abaixo:

DA MAN: Oi, Daniel; muito bom ter você conosco. Então, nós em breve veremos você na terceira temporada de “Fear the Walking Dead.” Como você acabou entrando para a série?
Daniel: Eu fiz isso da maneira antiga e nada emocionante. Fiz a audição em novembro e então conheci os produtores, fiz audições novamente e estava no México em Dezembro. Eu tive que fazer papéis fictícios, então eu não tinha a minima ideia de que papel seria até eu estar lá com uma colher no meu olho.

DA: Tem algo que você pode nos dizer sobre seu personagem e o papel dele na história da temporada?
DS: Eu realmente recebi um presente com esse papel. Os criadores e escritores criaram esse personagem complexo e intrincado. Troy, ele está entre Iago e Tybalt, uma cabeça quente dinâmica que se adequa ao mundo que ele agora habita. Mas eles não escreveram apenas um sobrevivente e caçador, mas alguém que também é emocional e com defeitos. Como eu disse, isso realmente foi um presente poder interpretar este papel. Então, eu estou em divida com os escritores e criadores da série.

DA: O que realmente atraiu você para “Fear the Walking Dead” em primeiro lugar?
DS: Eu amei a primeira temporada. Eu achei que foi filmado lindamente e as atuações estavam impecáveis. Eu não sou muito fã de gore e terror, então os detalhes dos personagens e dos acontecimentos realmente me atrairam para a série.

DA: A primeira temporada da série recebeu críticas positivas, mas a segunda caiu um pouco. Você acha que a terceira tem o necessário para fazer “Fear the Walking Dead boa novamente?
DS: Pelo que ouvi, eles estão muito animados para essa temporada. Para mim, essa temporada tem um ótimo enredo e alguns momentos decisivos interessantes. Nós estamos realmente no que aconteceu após o colapso. O que surge das cinzas. O que parece estranhamente atual e relevante no momento…

DA: O que você mais gosta em “Fear the Walking Dead”? Especialmente porque você agora faz parte da série…
DS: Eu amo a exploração humana e a decomposição das normas sociais. Qualquer retorno para uma sociedade de caçadores primitivos. Antropologia tem sido uma obsessão minha. “Fear the Walking Dead” despeja a humanidade de volta para a pré-civilização. Tem infinitas histórias que você pode contar nesse mundo.

DA: Muitas pessoas veem “Fear the Walking Dead” como sendo um retrato sobre as questões com imigrações enfrentadas pelos EUA atualmente. O que você acha sobre isso?
DS: Tem algumas questões muito relevantes  tratadas nessa temporada. Alguma delas tem uma visão desconfortável devido à sua verdade. Mas eu não acho que nenhuma delas tenha sido feita para ser um retrato dos acontecimentos atuais. Eu não vejo isso tocando em um determinado ponto mas usando mais observações da tendência e natureza humana de construir um resultado plausível do colapso da civilização.

DA: Seguindo em frente, no fim do ano passado nós ficamos sabendo que você era um dos candidatos para interpretar Hardin Scott em “After.” Você pode nos dizer a história por trás do seu envolvimento com o projeto e se isso terá um futuro?
DS: Você sabe, esse tem sido um projeto que eu pensei muito sobre. E no final eu decido que isso não era algo que eu queria fazer. Eu sei que quem quer que fique com esse papel e siga em frente com isso será imensamente amado e famoso. Eu apenas não sinto que é isso que eu quero fazer. Eu provavelmente me perderia nisso. Tendo dito isso, fiquei muito lisonjeado por ter tido o papel oferecido a mim. Eu conversei com os escritores e produtores e conheci o representante do estúdio. Eles vão fazer isso, tenho certeza. Eu só acho que alguém que consegue lidar com a loucura de um livro e filme muito populares vá agarrar essa oportunidade. Esse não sou eu.

DA: Nós últimos dois anos, você estrelou e também produziu alguns curta-metragens. O que motivou você a tentar a produção?
DS: Produção não me interessa. Eu amo criar coisas, eu resumo isso tudo dizendo que eu apenas comecei a fazer coisas. Então, independente se é desenhando, atuando ou dirigindo, isso me completa. Eu sou um louco controlador quando se trata de arte, porque eu sei como eu quero que algo se pareça ou sinta. Então qualquer coisa que me dê o direito criativo de ser um ditador, eu vou fazer isso. Colaborações são importantes mas eu acho que tem que ser uma mensagem clara e que envolva a visão artista solo de alguém.

DA: Até agora, como você compararia trabalhar atrás e na frente das câmeras?
DS: Como eu disse, tudo isso é relativamente novo. Mas dirigir e escrever é tão estimulante pra mim porque você tem que fazer algo que é a sua visão. Eu gosto de ter o poder de fazer qualquer coisa sentir e parecer do jeito que eu quero. Você não pode fazer isso como ator onde você é parte da história de alguém. Você contribui bastante e talvez mude isso para melhor, mas você não tem uma visão completa da peça como um todo – o que eventualmente é frustante.

DA: Você está atualmente envolvido em algum outro projeto de filmes?
DS: Eu estou nos estágios finais de um projeto que eu criei com duas outras pessoas. Já faz dois anos e está quase pronto. Eu estou animado para mostrar isso para as pessoas.

DA: Qual é a sua meta agora? Ou talvez, além dos seus projetos atuais, o que você quer enfrentar a seguir?
DS: Eu vou para a Africa com meu irmão. Ele vai conversar com alguns dos líderes sindicais na Tanzânia. Isso é um desafio que mal posso esperar para começar.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

ALYCIA
30.05.2017

Na tarde de hoje (29) a Alycia Debnam-Carey e Colman Domingo participaram de um Facebook Live diretamente do México como parte da divulgação da nova temporada de Fear the Walking Dead na América Latina.

Os atores responderam a diversas perguntas dos fãs, entre elas quem era a pessoa mais engraçada no set e durante sua resposta Alycia comentou sobre uma pegadinha que Daniel Sharman fez durante as gravações do spin-off.

Assista:


Daniel, Alycia e Colmam estarão na terceira temporada de Fear TWD que estreia no dia 4 de Julho às 21h. (horário de brasília) na AMC Brasil.




Tema por Gabriela Gomes X Daniel Sharman Brasil