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17.10
“É uma grande honra atuar em algo do tipo,” Daniel Sharman sobre seu novo personagem
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Nesta segunda-feira (16) Daniel Sharman esteve na MipCom, em Cannes, para a exibição das primeiras imagens da segunda temporada de Medici: Masters of Florence, série a qual o ator interpretará o protagonista Lorenzo o Magnífico.

Durante a conferencia de imprensa, Sharman falou um pouco sobre a nova temporada de I Medici e de seu mais novo personagem:

“É um personagem que é tão importante e amado pelos italianos, é um papel crucial no desempenhar na história da humanidade, eu tenho pensado nisso, como ator é intimidador interpretar um personagem que traz tanto junto dele tantas histórias. É uma grande honra atuar em algo do tipo, e eu acho que qualquer papel você que você aceita, você tem que investigar as características que ele possui como ser humano e, sabe, apagar tudo e depois analisar tudo de volta, é uma coisa preciosa, que você leva pra casa com você, e é a preciosidade disso, que é alguém que foi tão amado e tão importante pra história.”, disse Daniel.

Sharman também contou que não havia assistido a primeira temporada da série quando recebeu o script e que não conhecia muito sobre a família de Florença, e então fez uma breve pesquisa para saber quem foi o Magnífico e não entende como nunca haviam o interpretado, pois considera uma das histórias mais interessantes e se sente honrado em executar esse papel, mas com um pouco de medo por se tratar de alguém tão importante.

Confira algumas fotos do photocall em nossa galeria:

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31.08
‘No final da temporada, Troy progrediu mais que qualquer outro personagem,’ diz Daniel Sharman em entrevista ao NME
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Dentre as entrevistas concedidas durante o press day (dia de imprensa) de Fear the Walking Dead em Londres, Daniel Sharman conversou com o NME sobre a relação entre os britânicos do elenco, seu personagem Troy Otto e mais sobre a 3ª temporada da série.

Confira a entrevista completa:

NME: Vários atores na série são britânicos – Frank Dillane, você, seu ‘irmão’ Sam Underwood… Como é isso?
Daniel: É muito divertido, eu estava contando na Comic-Con que todos nós, britânicos e australianos, estávamos filmando essa cena atrás de, tipo, quatro caminhões com armas e uniformes do exercito americano. Frank e eu estávamos tipo: ‘O quão estranho é isso?’ Nós não temos nenhum apego a isso, não temos nenhuma memória, não é, de fato, parte da nossa cultura – e estamos fazendo uma série bem americana. Nós todos estávamos: ‘O que estamos fazendo aqui?’ Nós estávamos falando sobre futebol, música ou o que quer que seja – nós temos essas referencias britânicas e ainda estamos contando essa história americana – uma história sobre fronteiras – com milícias, armas, uniformes e tudo isso. É uma daquelas coisas realmente estranhas, sentados lá tipo: ‘O que estamos fazendo aqui?!’

NME: Fear the Walking Dead parece conter um pouco mais de discussões sociais que The Walking Dead, com essas questões de controle de armas e fronteiras – você concorda?
Daniel: Eles são apenas duas séries completamente diferentes, penso eu. Pessoalmente, o mundo de Fear the Walking Dead me interessa mais porque, como você disse, eles contam histórias e estão lidando com uma escala de tempo muito pouco tempo depois do colapso da civilização. Você está lidando com um assunto muito diferente, com pessoas que perderam algo que ainda tem memórias do que perderam. Você não tem que tornar isso interessante ou fazer personagens extremos, porque você realmente pode contar histórias que são muito humanas e muito detalhadas. As ideias sobre raça ou religião ou qualquer uma dessas coisas – elas ainda são partes da conversa de alguma maneira, e isso permite que o mundo tenha mais humanidade.

NME: Por que Troy reagiu tão negativamente ao controle de armas?
Daniel: Você precisa entender a personalidade isolada de Troy. Ele é uma pessoa isolada e introvertida. Então, tudo que acreditou ou passou, ele acreditou porque ele nunca teve que ser desafiado de qualquer maneira. É difiicil julgar alguém que nunca teve esses impedimentos e equilíbrio. Eu acho que se você acreditasse firmemente em algo e foi criado nesse ambiente que sempre girou em torno dessas ideias, tirar qualquer uma dessas coisas é como tirar parte de quem você é. É fácil para o público julgar as ações de Troy o colocando como ‘malvado’ mas você tem que colocar isso sobre os olhos de alguém que tem uma ideia isolada e teve uma educação estrita, deixou a escola e não teve qualquer tipo de influencia que você precisa pra formar um julgamento equilibrado.

Quando as coisas são tiradas, elas significam tudo para o Troy porque eles são fundamentalmente o que constroem quem ele é. Para o Troy, as coisas são constantemente tiradas, coisas que ele confiou foram tiradas cuidadosamente devagar. Eu acho que o que é interessante é que, no final da temporada, Troy progrediu mais que qualquer outro personagem porque a remoção dessas coisas o levou a ter mais influencias e interagir com mais pessoas.

NME: Qual o seu momento mais desagradável em FTWD?
Daniel: A cena da colher. Eu tenho uma coisa com olhos – se alguma coisa vai perto deles, eu não fico feliz com isso. Eu não conseguia, obviamente, ver a coisa no olho, mas eles colocaram esse ruído sobre ele, que é a colher raspando sobre o osso, e eu fiquei tipo: ‘Essa é a pior coisa que eu poderia imaginar’. Esse barulho, os detalhes do barulho! Eu estava tipo: ‘Ah, sim, eu vi isso umas cem vezes, eu posso lidar com isso,’ mas aquele barulho… Assistindo o produto final com esse barulho de metal contra o osso e a colher levantando o olhos – Eu estava tipo: ‘É isso pra mim, pra mim chega, isso é demais.’ É engraçado, quando você coloca detalhes verdadeiros nisso, é incrível como você tem uma reação intensa. Até mesmo falar disso me deixa doente…

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

28.08
“É sempre um prazer ir trabalhar e interpreta-lo”, diz Daniel Sharman sobre Troy Otto em entrevista
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Durante a divulgação em Londres da segunda parte da terceira temporada de Fear the Walking Dead, que estreia dia 10 de setembro na AMC Brasil, Daniel Sharman concedeu, entre tantas outras, uma entrevista para a revista Starburst. Durante o bate papo o ator falou um pouco mais sobre Troy Otto, o destino do personagem nos próximos episódios e mais.

Confira a entrevista  completa abaixo:

STARBURST: Tendo interpretado um Deus grego, um bruxo em uma série de vampiros, e um lobisomem, o que te convenceu a tentar os zumbis em seguida?
Daniel Sharman: Bem, eu realmente gostei da ideia desse personagem, eu gostei da ideia de que, dentro desse gênero, a parte mais temível são os seres humanos e sua inconstância. E eu amei a ideia de interpretar um personagem dentro de algo perigoso e de alto risco. A coisa mais assustadora é interpretar um personagem que é mais assustador que a circunstância. Eu sempre penso que é um tópico interessante para se explorar.

S: O sobrenatural é algo que pessoalmente te interessa?
DS: Não, na verdade não. É engraçado, é quase como se eu fizesse isso propositalmente, mas é mais como esses são os únicos trabalhos que me deram. Não posso dizer que selecionei todos estes (trabalhos), eles são apenas os únicos que eu realmente poderia conseguir.

S: O papel de Troy tem sido indiscutivelmente um dos mais interessantes essa temporada; ele é quase como um fusível aceso, você simplesmente não sabe quando ele vai explodir. Como você se aproximou para interpretar um papel como esse, e quando você começou, quanto você sabia sobre onde estaria no final da mid-season?
DS: Eu não sabia nada. Pessoalmente, eu tive o primeiro script e falei com eles, eu queria que ele dosse um personagem completo. Tão extremo como na primeira cena e como esse primeiro episódio é, no fim das contas eu queria que as pessoas acreditassem que ele era uma pessoa real e acreditassem que tem algo sobre Troy que as pessoas poderiam simpatizar. Eu acho que isso foi importante pra mim. Eu tenho muita sorte que os escritores fizeram algo que eu acho detalhado e interessante. Eu acho que isso foi um presente, e eu não tinha ideia, eu ainda não sei realmente o que eles planejaram para ele, mas eu sei que acho que estão fazendo um ótimo trabalho com o personagem e eu acho que eles estão escrevendo algo bem interessante. E é sempre um prazer ir trabalhar e interpreta-lo

S: Como ator, não é incomum criar sua própria história por trás do personagem para ajudar na representação. Isso é algo que você fez com Troy, e caso tenha sido, como isso se alinha com as revelações da infância dele (Troy) que são mostradas durante os episódios.
DS: Como eu disse, eu queria muito fazer dele uma pessoa real. Então esse primeiro script, eu queria criar alguém que teria uma razão para cada uma dessas coisas. Bizarramente, muitas dessas coisas acabaram sendo parte do script. Certos elementos eram diferentes, e então obviamente eu adaptei essa história para se encaixar nesse mundo, mas tem elementos que são bastante parecidos. Eu acho que pra mim a coisa mais importante é que ele teve uma vida muito isolada. Na verdade, eu pensei que esse é alguém que provavelmente não teria sido educado ou que tivesse uma educação muito limitada. Quando isso vem a tona, ele na verdade foi tirado da escola… Eles são escritores muito espertos, eles tem realmente um ótimo senso para construir algo, para criar uma pessoa. Então, depois desse ponto, você pode fazer suas próprias observações, fazer sua própria história. Depois de um certo período, você tem esse encontro das suas ideias e as ideias deles, e isso que é ótimo sobre a próxima metade da temporada; você realmente sente como se pudesse voar um pouco porque você meio que conhece um ao outro dessa maneira. Os atores e os escritores se reuniram de forma criativa dessa maneira, e então você pode explorar e fazer mais coisas, surpreender as pessoas.

S: Você sente como se o vínculo maternal entre Troy e Madison controlou suas tendências mais sociopatas?
DS: Bem, sim. Eu acho que o importante é que ele nunca teve alguém que o admirou em sua vida. Ele teve uma educação atormentada, então quando alguém como Madison entra na vida dele, ele reconhece muitas coisas que ele admira nela. E eu acho que ele admira a ambição dela, mas há muita confusão lá; Troy sentindo coisas pela primeira vez. Então, sim, eu acho que isso controlou as coisas. Eu acho que ele é um observador magnifico, um grande observador, então ele pode ver coisas nela que eu acho que as outras pessoas não veem. Então isso controla certos comportamentos porque pela primeira vez ele vê alguém que ele pode competir ou respeitar, e, portanto, é esse ganho de aprovação que se torna uma grande parte do aprendizado dele, do processo de aprendizagem dele.

S: Tendo sido escolhido como galã anteriormente, foi reconfortante interpretar um personagem que não é tão sofisticado?
DS: É sempre um pequeno alivio não interpretar alguém que precise ser amado ou não precise ser de um determinado jeito. Eu acho que isso é sempre um alivio porque seu cabelo não precisa estar arrumado; você pode ajustar para deixar mais como você é na vida real. Você não precisa observar nenhum dos estereótipos. Você pode apenas fazer as coisas, você não precisa agir de uma certa maneira. Isso é bastante reconfortante, é algo adorável. Você não sente a pressão de ter de ser atraente de alguma forma ou de estar atraído por outro personagem, e então você vive nesse estado de despreocupação, como ator e como personagem, onde você não está observando ou tendo que ser atraente de alguma maneira.

S: Se o apocalipse zumbi acontecesse amanhã, quais seriam as três coisas que você pegaria primeiro do seu apartamento antes de sair?
DS: Todo mundo vai para coisas de sobrevivência, mas eu acho que eu iria para três ótimos dias, e então eu mesmo me mataria. Eu realmente não gostaria de sobreviver por muito tempo. Eu provavelmente tomaria uma grande quantidade de álcool e ficaria completamente acabado por alguns dias, e então encontraria algo com o qual eu poderia me matar. Todo mundo procura por coisas de sobrevivência, mas eu procuraria por três ótimos dias, e então estou fora daqui.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

24.08
“Espero que até o final, você chegue a um ponto onde pense, ‘Talvez ele não seja um sociopata.'” disse Daniel Sharman sobre Troy Otto em entrevista
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Em Julho deste ano Daniel Sharman esteve em Londres ao lado de Danay García para divulgar a segunda metade da terceira temporada de Fear the Walking Dead. Durante a divulgação, os atores concederam uma serie de entrevistas onde falaram um pouco mais sobre os personagens que interpretam e os novos episódios que estreiam em setembro.

Confira abaixo a matéria feita pelo MyMBuzz traduzida:

“É sempre interessante quando você se entra em uma série que já está estabelecida. Especialmente quando o mundo e as pessoas nele já estão criadas. É uma coisa difícil porque você está se juntando a uma orquestra. E você não pode superar, não pode exagerar certas coisas, mas você tem que acrescentar a essa orquestra, ” disse o novato Daniel Sharman, que interpreta Troy Otto na terceira temporada.

Ainda assim, Sharman já tem alguma experiência nessa área, tendo deixando Teen Wolf para participar de The Originals. “Eu estava interessado em entrar como um personagem e agitar um pouco o mundo. Ele permite que você empurre o mundo até seus limites de alguma forma. Embora seja sempre um pouco mais difícil se juntar a um mundo, me sinto mais seguro me juntando (a um que já existe) do que começando um.”

Entrevistador: Daniel, seu personagem tem um grande impacto na série…
Daniel Sharman: É sempre legal interpretar um personagem que as emoções e ações ditam a ação da série toda. Você sente como se realmente tivesse que fazer justiça e isso é um bom desafio. Mais do que qualquer coisa, eu sinto que ele ganha uma parcela justa de tempo. Os escritores fizeram um trabalho incrível com quem ele é, então eu me sinto sortudo em poder interpreta-lo nesse mundo.

E: Isso ajuda com que ele não seja um personagem substituível?
DS: Eu acho que sim. Ele existe inteiramente nesse mundo e eles vieram para se juntar ao mundo dele. Tem algo adorável nisso. Você não está indo para algum lugar ser o garoto novo na área, eles que estão vindo até você. Quando é seu mundo e suas coisas estão todas ali, isso da uma sensação de assentamento. Você pode ver onde ele crescer, como ele cresceu, sua família. Você realmente conhece quem ele é e isso é mais difícil se você está se juntando a alguém no lugar deles. Você está lidando com isso superficialmente nesse caso, enquanto aqui você consegue vê-lo de verdade – e isso é algo adorável.

E: A palavra ‘sociopata’ gira bastante em torno de seu personagem. É justo?
DS: Não, eu acho que não. Existem características de sociopatia, mas por fim eu acho que ele sente. Eu queria que o elemento sociopata do personagem fosse levado embora. Você não tem que concordar com as ações dele mas você tem que aceitar que elas vem de algum lugar. Interpretar um sociopata é quase fácil, porque não há ramificações e não há identificação com o mundo. Então eu pensei que seria mais interessante não interpretar nesse estereótipo. Claro, a palavra sociopata continua em torno e isso provavelmente sou eu não fazendo meu trabalho direito. Mas é importante pra mim que isso não seja a única coisa que você vê. Espero que você venha a entender ele, para ver que ele acredita que está fazendo aquilo por uma razão.

E: Isso acontece…
DS: [Risos] Oh, bom. Espero que até o final, você chegue a um ponto onde pense, ‘Talvez ele não seja um sociopata. Talvez tenha uma pessoa lá.’

[…]

E: Falando sobre se vestir, como está o olho?
DS: [Risos] Você sabe, está se recuperando. Eu pensei que iria ter essa coisa protética no meu olho indefinidamente, mas sua capacidade de se curar tem sido notável. Eu pensei que poderiam ser uns sete meses, mas eu saí da ‘jaula do olho’ bem rápido. Eu fiquei bastante impressionado com isso.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

26.07
Daniel Sharman vai a Londres para promover Fear the Walking Dead
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Nesta quarta-feira (26) Daniel Sharman esteve em Londres ao lado da atriz Danay García para promover a série Fear the Walking Dead. Ambos os atores passaram o dia concedendo uma serie de entrevistas, incluindo uma live exclusiva no Facebook da AMC UK.

Assista a live completa abaixo:

Além das entrevistas, Daniel fez um takeover no Instagram da emissora britânica e manteve os fãs atualizados do que estava rolando no #FearTWDLondon.


Para conferir as outras publicações de Daniel acesse o Instagram da AMC UK.

22.06
Daniel Sharman fala sobre Fear the Walking Dead, seus personagens passados e mais em entrevista a AMC UK
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Daniel Sharman, que estreou na terceira temporada de Fear the Walking Dead, concedeu recentemente uma entrevista à emissora AMC UK, que transmite a série no Reino Unido. O ator falou sobre seu personagem Troy Otto, a famosa cena da colher no olho, o casamento de Colton Haynes, seus personagens em Teen Wolf e The Originals e mais. Leia a entrevista completa:

AMC UK: O que te levou ao papel na série?
Daniel: A ideia de interpretar personagens complexos e dificeis é sempre interessante para mim. Eles são personagens realmente bons de interpretar. Há um conjunto complexo de razões que explicam maneira como Troy age. Eu sempre sou levado para personagens que não tem recursos de resgate… É por isso que eu amo muito o Troy.

AMC: Como você compara seu tempo em Fear a Teen Wolf e The Originals?
D: É uma das coisas que… Eu me juntei a essas famílias depois que elas foram estabelecidas – Eu gosto disso. Mas todos são diferentes e variam completamente.

AMC: Você mantem contato com algum dos seus ex-colegas de elenco?
D: Sim, todos eles! eu sempre coleciono pessoas. Eu coleciono amigos, colegas artistas e colaboradores e nunca deixo eles irem. Eu apenas formo uma conexão tão bonita. Você está sempre junto [no set] e isso é uma das vantagens.

AMC: Isso significa que você irá ao casamento de Colton Haynes?
D: [Risos] Eu não consigo falar com ele muitas vezes mas eu estou extremamente orgulhoso dele. Eu estou feliz por ele estar feliz. Eu não acho que vou conseguir comparecer, mas eu não poderia estar mais feliz por ele.

AMC: Quem você amaria contracenar – em Fear ou no geral?
D:
Eu amo Albert Finney, ele é um ator bonito. Eu adoraria contracenar com ele. Eu interpretaria com prazer seu servo ou algo do tipo [risos]. Ou Mark Rylance… Esses dois seriam meus co-protagonistas dos sonhos.

AMC: Então, no primeiro episódio Madison enfia uma colher no seu olho. Qual foi sua reação quando você ouviu pela primeira vez que isso aconteceria?
D: Eu descobri que meu rosto teria que ser preparado para ter uma colher no meu olho. E eu fiquei tipo… Certo, tudo bem. Eu estava basicamente colhendo pequenas informações que me permitiam imaginar o que aconteceria. Por algum motivo eu não me liguei que teria que ter a colher no meu olho o tempo todo. Eu estava imaginando como isso ficaria no meu olho. E então no primeiro dia eu tive meu olho ‘escavado’. Isso foi muito difícil porque minha percepção de profundidade sumiu. Foi um bastimo de fogo no set.

AMC: Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu no set até agora?
D: Ah cara… Qualquer coisa engraçada não é engraçada para ninguém mais [risos]. É como uma daquelas coisas sem graça quando as pessoas tem piadas internas e então você explica a piada interna e isso soa tipo… Ok. Eu acho que quando você está gravando há tanto tempo você fica delirante e depois histérico e então… Algo bizarro como um barulho quebra você.

AMC: Você obviamente está muito ocupado no momento filmando a série. Mas você consegue assistir algum outro programa de TV?
D: Eu sou um grande grande grande fã de assistir o trabalho de outras pessoas. Eu amo Preacher. Tem duas outras séries que eu estou deslumbrado; The Young Pope e The Handmaid’s Tale. São duas séries que eu acho que são lindamente juntas.

AMC: Com Sam Underwood E Dayton Callie, há uma invasão britânica na série. Isso é algo que vocês fazem piadas frequentemente no set?
D: Você sabe, é engraçado porque Frank Dillane também é britânico e você tem Alycia que é australiana. É uma história bem americana e essa série representa uma ideia bem americana, e eu acho isso muito fascinante. É uma história de imigração e fronteiras. Eles certamente estão em um apocalipse então tudo se tornou universal, mas eu acho que os personagens nascem de uma ideia muito americana de fronteiras e milícias.

AMC: Por último, quem você acha que ganharia uma briga? [Seu personagem de Teen Wolf] Isaac Lahey ou [seu personagem de The Originals] Kaleb Westphall?
D: Oh… Em uma briga de manipulação emocional eu acho que Isaac venceria. Mas em uma luta física direta, Kaleb. Seria difícil vencer alguém que literalmente pode mover as coisas com a mente.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

13.06
Daniel Sharman fala sobre sua preparação para dar vida ao personagem Troy Otto
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Recentemente Daniel Sharman concedeu entrevista ao blog Undead Walking onde falou brevemente sobre Troy Otto e como se preparou para interpretar seu novo personagem em Fear the Walking Dead. Confira a matéria completa:

A primeira coisa que perguntei para Sharman foi se Troy Otto era ou não era um “bad boy.” Sharman insistiu que Troy faz algumas coisas ruins, realmente ruins, mas no fundo ele não é malvado. Ele foi criado de uma maneira, e ele acha que suas ações tem uma justificativa. Na mente dele, todos os outros se deram mau por não verem os sinais e não se prepararem, que é o que o pai prega. Ele realmente acredita que está trabalhando no lado certo das coisas agora que a sociedade se desfez. Por muito tempo ele esteve excluído por causa de como ele foi criado, e precisou que a civilização desmoronasse para que ele se encaixasse em sua própria [civilização]. (Nós descobrimos no episódio 3×03 que Troy foi educado em casa, então ele não teve o mesmo tipo de socialização que a maioria das outras crianças) O apocalipse foi libertador para Troy, comentou Sharman, porque isso era o que ele estava sendo preparado a vida todo. Este é o mundo onde ele realmente se encaixa.

Sharman também comentou que entre os irmãos, as pessoas na rancho olham diferente para Troy, porque ele é mais como eles do que o Jake. Jake e Troy são bem diferentes, e Troy é mais um homem de ação, que é o que as pessoas no rancho querem ver.

Sharman disse que ele fez muitas pesquisa sobre preppers, o que eles fazem e o motivo deles fazerem isso. Quando perguntei se ele mudou algum dos habitos dele depois de aprender sobre os preppers, Sharman riu. “Eu saí e comprei um kit de terremoto,” ele disse, considerando que ele vive em Los Angeles, isso faz sentido. (Dos três membros da família Otto que eu entrevistei, Sharman foi o único que realmente saiu e comprou um kit de emergência depois de aprender sobre preppers).

Perguntei se Sharman gostaria de ter um cara como Troy do seu lado se o apocalipse acontecesse. “Eu gostaria, sim,” ele disse. “Mas você precisaria colocar Troy em seu lugar e dar regras para ele seguir.” Troy é um grande sobrevivente e ele sabe tudo sobre se manter vivo, o que é um grande trunfo diante do aumento dos mortos-vivos. O truque são as fronteiras.

Quando falei com Sharman faltavam alguns dias para a estreia da nova temporada de Fear the Walking Dead. Eu ainda não tinha visto Troy em ação, mas no momento da entrevista eu fiquei imediatamente impressionado como a descrição que Sharman fez de Troy me lembrou Shane de The Walking Dead–os dois são homens muito inteligentes e bem adaptados ao apocalipse zumbi.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

12.06
Daniel Sharman fala sobre o desenvolvimento de Troy Otto e mais em entrevista
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Daniel Sharman, que estreou como Troy Otto na terceira temporada de Fear the Walking Dead, concedeu recentemente uma entrevista para o BT TV onde fala sobre seu novo personagem e explica como Troy vai alterar o curso da terceira temporada da série da emissora AMC. Leia a entrevista completa:

BT: Você era um fã do universo de Fear the Walking Dead quando se candidatou para o papel?
Daniel: Eu conhecia a série porque se tornou um grande sucesso, mas quando esse trabalho se tornou realidade, eu tive uma ótima desculpa para curtir e assistir essa série. Eu fiquei no meu apartamento por quatro dias e assisti a série inteira. Nunca me senti menos culpado, sentado em minhas cuecas, comendo sorvete e assistindo tudo de uma vez. Enquanto eu assistia, eu comecei a entender o que se implica nesse mundo e suas regras. Então isso é novo para mim, mas é muito bem vindo.

BT: Troy é malvado como pensamos depois de assistir os episódios 1 e 2, ou ele tem um outro lado?
D: O que eu acho maravilhoso nesse papel é que conforme a temporada se desenvolve você começa a ver mais sobre Troy e sobre quem ele realmente é. Eu nunca quis interpretar um personagem que era malvado como uma ideia bidimensional generalizada. O que é fascinante sobre Troy é que você conhece as complicações e complexidades dele. Quando você conhece ele, ele é muito preto e branco. Mas a realidade de Troy é que há muitas áreas cinzas. No primeiro episódio, você vê Troy fazendo coisas, mas conforme a temporada progride, você aprende o por que dele ser do jeito que é e é fascinante olhar um ser humano e o jeito que o passado dele o afeta nesse novo mundo.

BT: O que nós saberemos sobre a mãe de Troy e a história de sua família?
D: Vocês vão saber tudo. Vocês não apenas saberão o que aconteceu no passado, mas também verão muito de Troy em ação. À medida que as coisas acontecem nessa temporada, vocês vão ver como ele reage a novos perigos e de fato como ele se torna um bem em muitos aspectos para a família Clark. Eu acho que esse é um conceito muito interessante. No novo mundo, as pessoas que mais matam se tornam as pessoas mais úteis. Vocês vão ver o desenvolvimento dele, a relação dele com o irmão, com o pai, e até o fim da temporada vocês vão vê-lo como um ser humano completo.

BT: O que você pode nos contar sobre a cena da colher com Madison – que deve ter sido intensa de se filmar!
D: Foi meu primeiro dia no set. Foi um batismo de fogo. O que é incrível sobre essa série é que apesar de ter sido o primeiro dia e de todas as dificuldades da maquiagem e tudo que estava envolvido – toda a equipe tornou isso tão impecável. Também não foi tão ruim quanto parece. Eu estava andando pelo set e eu podia ver as reações das pessoas, mas você quase esquece que você está andando com essa coisa presa no seu rosto. Você só anda por isso e recebe esses olhares estranhos e exagerados. Mas foi incrível trabalhar com Kim e ela foi ótima sobre isso tudo. Ela é uma atriz incrível e tornou esse dia muito divertido e interessante. A parte mais cansativa foi ter batido o joelho cinco ou seis vezes depois dessa cena. A cena do olho não foi tão ruim assim.

BT: Você vai ter muitos fãs com colheres no rosto na Comic Con…
D: Sim, você está certo. Eu estou te dizendo, eu não posso mais aproveitar meu cereal. Eu olho para as colheres de uma maneira completamente diferente.

BT: Eu posso imaginar…
D: Olhos e tendões de Aquiles. São duas areas nas quais eu não consigo pensar sobre.

BT: A relação de Troy e Madison foi muito assustador, como isso vai se desenvolver nessa temporada…
D: O que é ótimo sobre a relação de Troy e Madison é a ideia de que ele teve uma infância sem direção. Então, há a ideia obvia de que ele está procurando uma figura materna em sua vida. No entanto, eu acho que é muito mais matizado que isso para Troy. Madison atrai Troy porque há muito amor, liderança e proposito nela. Ele vê a maneira com que ela interage com a filha e isso atrai ele – ele vê a coragem e a audácia e essas qualidades são algo que ele admira profundamente. Ele também gosta de sua capacidade de se adaptar e jogar o jogo. O que é bom sobre a relação dos dois é o jogo de xadrez. Os dois são pessoas altamente inteligentes e manipuladores e eu acho que Troy aprecia essa jogo de xadrez que está acontecendo.

BT: Você acha que, de uma maneira horrível, ele está satisfeito com o apocalipse?
D: Com certeza. Eu acho que ele, mais do que qualquer outro personagem, se encaixa nesse mudo. Sua falta de empatia e direção moral permitem que ele cresça neste mundo. Eu acho que isso é algo interessante sobre a série – quais são as qualidades que você precisa para sobreviver. Não são necessariamente as mesmas coisas que se aplicavam no mundo antigo. Algumas dessas qualidades do velho mundo realmente pesam agora. No mundo antigo, Troy poderia ter acabado em uma instituição, mas no mundo novo, ele é uma pessoa que o povo precisa.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil