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31.08
‘No final da temporada, Troy progrediu mais que qualquer outro personagem,’ diz Daniel Sharman em entrevista ao NME
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Dentre as entrevistas concedidas durante o press day (dia de imprensa) de Fear the Walking Dead em Londres, Daniel Sharman conversou com o NME sobre a relação entre os britânicos do elenco, seu personagem Troy Otto e mais sobre a 3ª temporada da série.

Confira a entrevista completa:

NME: Vários atores na série são britânicos – Frank Dillane, você, seu ‘irmão’ Sam Underwood… Como é isso?
Daniel: É muito divertido, eu estava contando na Comic-Con que todos nós, britânicos e australianos, estávamos filmando essa cena atrás de, tipo, quatro caminhões com armas e uniformes do exercito americano. Frank e eu estávamos tipo: ‘O quão estranho é isso?’ Nós não temos nenhum apego a isso, não temos nenhuma memória, não é, de fato, parte da nossa cultura – e estamos fazendo uma série bem americana. Nós todos estávamos: ‘O que estamos fazendo aqui?’ Nós estávamos falando sobre futebol, música ou o que quer que seja – nós temos essas referencias britânicas e ainda estamos contando essa história americana – uma história sobre fronteiras – com milícias, armas, uniformes e tudo isso. É uma daquelas coisas realmente estranhas, sentados lá tipo: ‘O que estamos fazendo aqui?!’

NME: Fear the Walking Dead parece conter um pouco mais de discussões sociais que The Walking Dead, com essas questões de controle de armas e fronteiras – você concorda?
Daniel: Eles são apenas duas séries completamente diferentes, penso eu. Pessoalmente, o mundo de Fear the Walking Dead me interessa mais porque, como você disse, eles contam histórias e estão lidando com uma escala de tempo muito pouco tempo depois do colapso da civilização. Você está lidando com um assunto muito diferente, com pessoas que perderam algo que ainda tem memórias do que perderam. Você não tem que tornar isso interessante ou fazer personagens extremos, porque você realmente pode contar histórias que são muito humanas e muito detalhadas. As ideias sobre raça ou religião ou qualquer uma dessas coisas – elas ainda são partes da conversa de alguma maneira, e isso permite que o mundo tenha mais humanidade.

NME: Por que Troy reagiu tão negativamente ao controle de armas?
Daniel: Você precisa entender a personalidade isolada de Troy. Ele é uma pessoa isolada e introvertida. Então, tudo que acreditou ou passou, ele acreditou porque ele nunca teve que ser desafiado de qualquer maneira. É difiicil julgar alguém que nunca teve esses impedimentos e equilíbrio. Eu acho que se você acreditasse firmemente em algo e foi criado nesse ambiente que sempre girou em torno dessas ideias, tirar qualquer uma dessas coisas é como tirar parte de quem você é. É fácil para o público julgar as ações de Troy o colocando como ‘malvado’ mas você tem que colocar isso sobre os olhos de alguém que tem uma ideia isolada e teve uma educação estrita, deixou a escola e não teve qualquer tipo de influencia que você precisa pra formar um julgamento equilibrado.

Quando as coisas são tiradas, elas significam tudo para o Troy porque eles são fundamentalmente o que constroem quem ele é. Para o Troy, as coisas são constantemente tiradas, coisas que ele confiou foram tiradas cuidadosamente devagar. Eu acho que o que é interessante é que, no final da temporada, Troy progrediu mais que qualquer outro personagem porque a remoção dessas coisas o levou a ter mais influencias e interagir com mais pessoas.

NME: Qual o seu momento mais desagradável em FTWD?
Daniel: A cena da colher. Eu tenho uma coisa com olhos – se alguma coisa vai perto deles, eu não fico feliz com isso. Eu não conseguia, obviamente, ver a coisa no olho, mas eles colocaram esse ruído sobre ele, que é a colher raspando sobre o osso, e eu fiquei tipo: ‘Essa é a pior coisa que eu poderia imaginar’. Esse barulho, os detalhes do barulho! Eu estava tipo: ‘Ah, sim, eu vi isso umas cem vezes, eu posso lidar com isso,’ mas aquele barulho… Assistindo o produto final com esse barulho de metal contra o osso e a colher levantando o olhos – Eu estava tipo: ‘É isso pra mim, pra mim chega, isso é demais.’ É engraçado, quando você coloca detalhes verdadeiros nisso, é incrível como você tem uma reação intensa. Até mesmo falar disso me deixa doente…

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

28.08
“É sempre um prazer ir trabalhar e interpreta-lo”, diz Daniel Sharman sobre Troy Otto em entrevista
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Durante a divulgação em Londres da segunda parte da terceira temporada de Fear the Walking Dead, que estreia dia 10 de setembro na AMC Brasil, Daniel Sharman concedeu, entre tantas outras, uma entrevista para a revista Starburst. Durante o bate papo o ator falou um pouco mais sobre Troy Otto, o destino do personagem nos próximos episódios e mais.

Confira a entrevista  completa abaixo:

STARBURST: Tendo interpretado um Deus grego, um bruxo em uma série de vampiros, e um lobisomem, o que te convenceu a tentar os zumbis em seguida?
Daniel Sharman: Bem, eu realmente gostei da ideia desse personagem, eu gostei da ideia de que, dentro desse gênero, a parte mais temível são os seres humanos e sua inconstância. E eu amei a ideia de interpretar um personagem dentro de algo perigoso e de alto risco. A coisa mais assustadora é interpretar um personagem que é mais assustador que a circunstância. Eu sempre penso que é um tópico interessante para se explorar.

S: O sobrenatural é algo que pessoalmente te interessa?
DS: Não, na verdade não. É engraçado, é quase como se eu fizesse isso propositalmente, mas é mais como esses são os únicos trabalhos que me deram. Não posso dizer que selecionei todos estes (trabalhos), eles são apenas os únicos que eu realmente poderia conseguir.

S: O papel de Troy tem sido indiscutivelmente um dos mais interessantes essa temporada; ele é quase como um fusível aceso, você simplesmente não sabe quando ele vai explodir. Como você se aproximou para interpretar um papel como esse, e quando você começou, quanto você sabia sobre onde estaria no final da mid-season?
DS: Eu não sabia nada. Pessoalmente, eu tive o primeiro script e falei com eles, eu queria que ele dosse um personagem completo. Tão extremo como na primeira cena e como esse primeiro episódio é, no fim das contas eu queria que as pessoas acreditassem que ele era uma pessoa real e acreditassem que tem algo sobre Troy que as pessoas poderiam simpatizar. Eu acho que isso foi importante pra mim. Eu tenho muita sorte que os escritores fizeram algo que eu acho detalhado e interessante. Eu acho que isso foi um presente, e eu não tinha ideia, eu ainda não sei realmente o que eles planejaram para ele, mas eu sei que acho que estão fazendo um ótimo trabalho com o personagem e eu acho que eles estão escrevendo algo bem interessante. E é sempre um prazer ir trabalhar e interpreta-lo

S: Como ator, não é incomum criar sua própria história por trás do personagem para ajudar na representação. Isso é algo que você fez com Troy, e caso tenha sido, como isso se alinha com as revelações da infância dele (Troy) que são mostradas durante os episódios.
DS: Como eu disse, eu queria muito fazer dele uma pessoa real. Então esse primeiro script, eu queria criar alguém que teria uma razão para cada uma dessas coisas. Bizarramente, muitas dessas coisas acabaram sendo parte do script. Certos elementos eram diferentes, e então obviamente eu adaptei essa história para se encaixar nesse mundo, mas tem elementos que são bastante parecidos. Eu acho que pra mim a coisa mais importante é que ele teve uma vida muito isolada. Na verdade, eu pensei que esse é alguém que provavelmente não teria sido educado ou que tivesse uma educação muito limitada. Quando isso vem a tona, ele na verdade foi tirado da escola… Eles são escritores muito espertos, eles tem realmente um ótimo senso para construir algo, para criar uma pessoa. Então, depois desse ponto, você pode fazer suas próprias observações, fazer sua própria história. Depois de um certo período, você tem esse encontro das suas ideias e as ideias deles, e isso que é ótimo sobre a próxima metade da temporada; você realmente sente como se pudesse voar um pouco porque você meio que conhece um ao outro dessa maneira. Os atores e os escritores se reuniram de forma criativa dessa maneira, e então você pode explorar e fazer mais coisas, surpreender as pessoas.

S: Você sente como se o vínculo maternal entre Troy e Madison controlou suas tendências mais sociopatas?
DS: Bem, sim. Eu acho que o importante é que ele nunca teve alguém que o admirou em sua vida. Ele teve uma educação atormentada, então quando alguém como Madison entra na vida dele, ele reconhece muitas coisas que ele admira nela. E eu acho que ele admira a ambição dela, mas há muita confusão lá; Troy sentindo coisas pela primeira vez. Então, sim, eu acho que isso controlou as coisas. Eu acho que ele é um observador magnifico, um grande observador, então ele pode ver coisas nela que eu acho que as outras pessoas não veem. Então isso controla certos comportamentos porque pela primeira vez ele vê alguém que ele pode competir ou respeitar, e, portanto, é esse ganho de aprovação que se torna uma grande parte do aprendizado dele, do processo de aprendizagem dele.

S: Tendo sido escolhido como galã anteriormente, foi reconfortante interpretar um personagem que não é tão sofisticado?
DS: É sempre um pequeno alivio não interpretar alguém que precise ser amado ou não precise ser de um determinado jeito. Eu acho que isso é sempre um alivio porque seu cabelo não precisa estar arrumado; você pode ajustar para deixar mais como você é na vida real. Você não precisa observar nenhum dos estereótipos. Você pode apenas fazer as coisas, você não precisa agir de uma certa maneira. Isso é bastante reconfortante, é algo adorável. Você não sente a pressão de ter de ser atraente de alguma forma ou de estar atraído por outro personagem, e então você vive nesse estado de despreocupação, como ator e como personagem, onde você não está observando ou tendo que ser atraente de alguma maneira.

S: Se o apocalipse zumbi acontecesse amanhã, quais seriam as três coisas que você pegaria primeiro do seu apartamento antes de sair?
DS: Todo mundo vai para coisas de sobrevivência, mas eu acho que eu iria para três ótimos dias, e então eu mesmo me mataria. Eu realmente não gostaria de sobreviver por muito tempo. Eu provavelmente tomaria uma grande quantidade de álcool e ficaria completamente acabado por alguns dias, e então encontraria algo com o qual eu poderia me matar. Todo mundo procura por coisas de sobrevivência, mas eu procuraria por três ótimos dias, e então estou fora daqui.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

24.08
“Espero que até o final, você chegue a um ponto onde pense, ‘Talvez ele não seja um sociopata.'” disse Daniel Sharman sobre Troy Otto em entrevista
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Em Julho deste ano Daniel Sharman esteve em Londres ao lado de Danay García para divulgar a segunda metade da terceira temporada de Fear the Walking Dead. Durante a divulgação, os atores concederam uma serie de entrevistas onde falaram um pouco mais sobre os personagens que interpretam e os novos episódios que estreiam em setembro.

Confira abaixo a matéria feita pelo MyMBuzz traduzida:

“É sempre interessante quando você se entra em uma série que já está estabelecida. Especialmente quando o mundo e as pessoas nele já estão criadas. É uma coisa difícil porque você está se juntando a uma orquestra. E você não pode superar, não pode exagerar certas coisas, mas você tem que acrescentar a essa orquestra, ” disse o novato Daniel Sharman, que interpreta Troy Otto na terceira temporada.

Ainda assim, Sharman já tem alguma experiência nessa área, tendo deixando Teen Wolf para participar de The Originals. “Eu estava interessado em entrar como um personagem e agitar um pouco o mundo. Ele permite que você empurre o mundo até seus limites de alguma forma. Embora seja sempre um pouco mais difícil se juntar a um mundo, me sinto mais seguro me juntando (a um que já existe) do que começando um.”

Entrevistador: Daniel, seu personagem tem um grande impacto na série…
Daniel Sharman: É sempre legal interpretar um personagem que as emoções e ações ditam a ação da série toda. Você sente como se realmente tivesse que fazer justiça e isso é um bom desafio. Mais do que qualquer coisa, eu sinto que ele ganha uma parcela justa de tempo. Os escritores fizeram um trabalho incrível com quem ele é, então eu me sinto sortudo em poder interpreta-lo nesse mundo.

E: Isso ajuda com que ele não seja um personagem substituível?
DS: Eu acho que sim. Ele existe inteiramente nesse mundo e eles vieram para se juntar ao mundo dele. Tem algo adorável nisso. Você não está indo para algum lugar ser o garoto novo na área, eles que estão vindo até você. Quando é seu mundo e suas coisas estão todas ali, isso da uma sensação de assentamento. Você pode ver onde ele crescer, como ele cresceu, sua família. Você realmente conhece quem ele é e isso é mais difícil se você está se juntando a alguém no lugar deles. Você está lidando com isso superficialmente nesse caso, enquanto aqui você consegue vê-lo de verdade – e isso é algo adorável.

E: A palavra ‘sociopata’ gira bastante em torno de seu personagem. É justo?
DS: Não, eu acho que não. Existem características de sociopatia, mas por fim eu acho que ele sente. Eu queria que o elemento sociopata do personagem fosse levado embora. Você não tem que concordar com as ações dele mas você tem que aceitar que elas vem de algum lugar. Interpretar um sociopata é quase fácil, porque não há ramificações e não há identificação com o mundo. Então eu pensei que seria mais interessante não interpretar nesse estereótipo. Claro, a palavra sociopata continua em torno e isso provavelmente sou eu não fazendo meu trabalho direito. Mas é importante pra mim que isso não seja a única coisa que você vê. Espero que você venha a entender ele, para ver que ele acredita que está fazendo aquilo por uma razão.

E: Isso acontece…
DS: [Risos] Oh, bom. Espero que até o final, você chegue a um ponto onde pense, ‘Talvez ele não seja um sociopata. Talvez tenha uma pessoa lá.’

[…]

E: Falando sobre se vestir, como está o olho?
DS: [Risos] Você sabe, está se recuperando. Eu pensei que iria ter essa coisa protética no meu olho indefinidamente, mas sua capacidade de se curar tem sido notável. Eu pensei que poderiam ser uns sete meses, mas eu saí da ‘jaula do olho’ bem rápido. Eu fiquei bastante impressionado com isso.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

15.08
Saiba mais sobre Lorenzo o Magnífico, o novo personagem de Daniel Sharman
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Como muitos sabem, Daniel Sharman estará na segunda temporada de Medici: Masters of Florence (I Medici), a série que conta a trajetória da família Médici durante a Renascença italiana. O ator interpretará Lorenzo o Magnifico, e como se trata de um personagem que realmente existiu na história, nós, do Daniel Sharman, reunimos algumas informações sobre o italiano:

Lorenzo o Magnífico é o mais ilustre e conhecido membro da família Medici, foi um estadista italiano, soberano de fato da República Florentina durante o Renascimento italiano, foi um um diplomata, político e patrono de acadêmicos artistas e poetas e também mecenas.

Neto de Cosimo il Vecchio, Lorenzo exerceu o governo da cidade junto a seu irmão, Giuliano. O fato mais marcante, na política, foi o sufocamento da conspiração dos Pazzi, onde, com a cumplicidade do arcebispo de Florença, decidiram assassinar os irmãos governantes na catedral metropolitana. Giuliano faleceu no atentado porém o Magnífico conseguiu se salvar refugiando-se na sacristia. Mesmo após o sufocamento da rebelião, o papa Sisto IV contava com o apoio de Fernando I, rei de Nápoles, para vencer o florentino, porém Lorenzo foi a Nápoles pessoalmente convencer o rei a lhe apoiar, assim acabando com a chance dos conspiradores contra os Medici.

Lorenzo também ficou famoso pelas extravagantes festas, torneios e carnavais. Amante da arte, foi promotor da histórica explosão cultural, econômica e científica da cidade, seu palácio tornou-se o centro de uma cultura que levou a um extraordinário florescimento das artes e das letras naquela parte da Europa. Sua corte é conhecida pelos sábios e artistas que Lorenzo acolheu, como exemplo o humanista Giovanni Pico della Mirandola, o poeta Angelo Poliziano e os pintores Leonardo da Vinci e Sandro Botticelli, entre muitos outros. Também foi ele o primeiro a reconhecer no jovem Michelangelo o seu talento, sendo ele o responsável pela abertura da escola de escultura onde o jovem fez sua aprendizagem. Além disso, tinha ativa participação intelectual nas atividades que promovia e foi um elegante escritor em prosa e um poeta original.

Vale lembrar que, apesar de se tratar de uma família que existiu na história, alguns fatos e características podem ser alterados na adaptação para a série. Ainda não há data de estreia para a segunda temporada de Medici: Masters of Florence, mas você pode assistir a primeira temporada através dos links abaixo:

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*Essa matéria foi escrita pelo Daniel Sharman Brasil com trechos retirados da internet,
é proibida a reprodução total ou parcial sem os devidos créditos.

08.08
Daniel Sharman entra para o elenco de ‘Medici: Masters of Florence’
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Segundo um portal italiano, Daniel Sharman se juntou ao elenco da segunda temporada da série ‘Medici: Masters of Florence‘, a produção britânica e italiana, vencedora do Capri TV Series Award 2016, que retrata a história da família Medici.

Assista ao trailer da primeira temporada:


Além de Daniel, o novo elenco da série que já contava com nomes como Richard Madden (Game of Thrones) também contará com os atores Sean Bean, Sarah Parish, Annabel ScholeyRaoul Bova, Alessandra Mastronardi e Aurora Ruffino.

A nova temporada de Medici: Masters of Florence começará a ser gravada em agosto desse ano, na Itália, mas ainda não há informações sobre quando Daniel chegará ao set ou qual personagem o ator interpretará.

Fique ligado ao DSBR para mais novidades em breve!