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16.10
Daniel Sharman se despede de seu personagem em Fear the Walking Dead
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No último domingo (15) foram ao ar os dois últimos episódios da terceira temporada de Fear the Walking Dead e, infelizmente, também os últimos episódios que pudemos ver Troy Otto, personagem interpretado por Daniel Sharman.

E, como de costume, após o termino do episódio durante o Talking Dead o ator se despediu da série e dos colegas com quem trabalhou ao longo do ano:

“Quando começamos a terceira temporada de Fear the Walkign Dead, eu estava na gravação da primeira cena no primeiro dia e também na última cena do último dia, e esse tem sido um dos trabalhos mais incríveis. Eu acho que os escritores fizeram um trabalho fenomenal essa temporada. Eu me apaixonei pelo elenco e pela equipe e eu vou, genuinamente, sentir falta disso.”

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

09.10
Primeiras stills da segunda temporada de Medici: Masters of Florence são divulgadas
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Daniel Sharman está trabalhando atualmente nas gravações da segunda temporada de Medici: Masters of Florence e na tarde de hoje (09) foram divulgadas as primeiras stills oficiais da série onde podemos ver pela primeira vez Sharman como o jovem Lorenzo o Magnífico.

Confira:

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A produção italiana que retrata fases da história da família Medici de Florença terá como foco da próxima temporada o personagem de Sharman e será intitulada como ‘Medici: Masters of Florence – The Magnificent’.

“Lorenzo é um verdadeiro homem renascentista e uma das maiores figuras da história. Quando ele toma a liderança da família, o idealismo dele é posto à prova, e resulta em uma incrível, mas verdadeira, história da conspiração Pazzi, um thriller da vida real que ainda é chocante séculos depois,” disse Frank Spotnitz, criador da série.

Mais sobre o Magnífico na série:

Lorenzo é forçado a assumir a liderança da família quando ainda jovem em uma turbulenta e perigosa era. Ele está determinado a user seu poder para inaugurar uma revolução política e cultural e assim se torna amado pelo povo sendo chamado de ‘O Magnífico’.

Ainda não há data oficial para a estreia da nova temporada de I Medici, mas as gravações estão previstas para serem finalizadas no inicio de dezembro.

Fique ligado ao DSBR para mais novidades!

06.09
Daniel Sharman diz ser contra crossover entre The Walking Dead e Fear TWD
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Como muitos sabem, Daniel Sharman interpreta Troy Otto em Fear the Walking Dead, e durante uma recente entrevista ao ComicBook o ator afirmou que acha a ideia de um crossover entre a série em que trabalha The Walking Dead uma ‘má ideia’:

“Eu acho que seria uma má ideia. Aqui está o meu motivo: O que eu acho incrível sobre esse mundo criado em ambas as séries é que a escala dele é tão massiva e eu penso, pessoalmente, que além de lidar com o salto temporal, você teria também que lidar com o fato de que o mundo se tornaria menor se eles se cruzassem. O que é adorável nas séries é que elas são tão diferentes em termos de tom, mas também o fato de que elas tratam de determinadas áreas e determinadas pessoas… Acho que se eles se misturarem, você torna o mundo menor. É quase muito conveniente neste ponto. O que eu amo nisso é que eles não se encontram.”

Sharman também acrescentou que se algum dia o crossover de fato acontecer “teria que ser coincidência e muito breve.”:

“Isso pode ser uma coisa interessante. Mas a ideia de que os mundos se fundirão e eles acabarão vivendo uns com os outros, eu não sei. Pra mim, eu acho que isso seria obvio demais. Um pouco falso.”

Porém, apesar das especulações, Robert Kirkman afirmou que, pelo menos por enquanto, não há possibilidades de um encontro entre as duas séries.

Fear the Walking Dead retorna para a segunda metade da 3ª temporada com mais 8 episódios no dia 10 de setembro, às 21 na emissora AMC Brasil.

31.08
‘No final da temporada, Troy progrediu mais que qualquer outro personagem,’ diz Daniel Sharman em entrevista ao NME
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Dentre as entrevistas concedidas durante o press day (dia de imprensa) de Fear the Walking Dead em Londres, Daniel Sharman conversou com o NME sobre a relação entre os britânicos do elenco, seu personagem Troy Otto e mais sobre a 3ª temporada da série.

Confira a entrevista completa:

NME: Vários atores na série são britânicos – Frank Dillane, você, seu ‘irmão’ Sam Underwood… Como é isso?
Daniel: É muito divertido, eu estava contando na Comic-Con que todos nós, britânicos e australianos, estávamos filmando essa cena atrás de, tipo, quatro caminhões com armas e uniformes do exercito americano. Frank e eu estávamos tipo: ‘O quão estranho é isso?’ Nós não temos nenhum apego a isso, não temos nenhuma memória, não é, de fato, parte da nossa cultura – e estamos fazendo uma série bem americana. Nós todos estávamos: ‘O que estamos fazendo aqui?’ Nós estávamos falando sobre futebol, música ou o que quer que seja – nós temos essas referencias britânicas e ainda estamos contando essa história americana – uma história sobre fronteiras – com milícias, armas, uniformes e tudo isso. É uma daquelas coisas realmente estranhas, sentados lá tipo: ‘O que estamos fazendo aqui?!’

NME: Fear the Walking Dead parece conter um pouco mais de discussões sociais que The Walking Dead, com essas questões de controle de armas e fronteiras – você concorda?
Daniel: Eles são apenas duas séries completamente diferentes, penso eu. Pessoalmente, o mundo de Fear the Walking Dead me interessa mais porque, como você disse, eles contam histórias e estão lidando com uma escala de tempo muito pouco tempo depois do colapso da civilização. Você está lidando com um assunto muito diferente, com pessoas que perderam algo que ainda tem memórias do que perderam. Você não tem que tornar isso interessante ou fazer personagens extremos, porque você realmente pode contar histórias que são muito humanas e muito detalhadas. As ideias sobre raça ou religião ou qualquer uma dessas coisas – elas ainda são partes da conversa de alguma maneira, e isso permite que o mundo tenha mais humanidade.

NME: Por que Troy reagiu tão negativamente ao controle de armas?
Daniel: Você precisa entender a personalidade isolada de Troy. Ele é uma pessoa isolada e introvertida. Então, tudo que acreditou ou passou, ele acreditou porque ele nunca teve que ser desafiado de qualquer maneira. É difiicil julgar alguém que nunca teve esses impedimentos e equilíbrio. Eu acho que se você acreditasse firmemente em algo e foi criado nesse ambiente que sempre girou em torno dessas ideias, tirar qualquer uma dessas coisas é como tirar parte de quem você é. É fácil para o público julgar as ações de Troy o colocando como ‘malvado’ mas você tem que colocar isso sobre os olhos de alguém que tem uma ideia isolada e teve uma educação estrita, deixou a escola e não teve qualquer tipo de influencia que você precisa pra formar um julgamento equilibrado.

Quando as coisas são tiradas, elas significam tudo para o Troy porque eles são fundamentalmente o que constroem quem ele é. Para o Troy, as coisas são constantemente tiradas, coisas que ele confiou foram tiradas cuidadosamente devagar. Eu acho que o que é interessante é que, no final da temporada, Troy progrediu mais que qualquer outro personagem porque a remoção dessas coisas o levou a ter mais influencias e interagir com mais pessoas.

NME: Qual o seu momento mais desagradável em FTWD?
Daniel: A cena da colher. Eu tenho uma coisa com olhos – se alguma coisa vai perto deles, eu não fico feliz com isso. Eu não conseguia, obviamente, ver a coisa no olho, mas eles colocaram esse ruído sobre ele, que é a colher raspando sobre o osso, e eu fiquei tipo: ‘Essa é a pior coisa que eu poderia imaginar’. Esse barulho, os detalhes do barulho! Eu estava tipo: ‘Ah, sim, eu vi isso umas cem vezes, eu posso lidar com isso,’ mas aquele barulho… Assistindo o produto final com esse barulho de metal contra o osso e a colher levantando o olhos – Eu estava tipo: ‘É isso pra mim, pra mim chega, isso é demais.’ É engraçado, quando você coloca detalhes verdadeiros nisso, é incrível como você tem uma reação intensa. Até mesmo falar disso me deixa doente…

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil

28.08
“É sempre um prazer ir trabalhar e interpreta-lo”, diz Daniel Sharman sobre Troy Otto em entrevista
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Durante a divulgação em Londres da segunda parte da terceira temporada de Fear the Walking Dead, que estreia dia 10 de setembro na AMC Brasil, Daniel Sharman concedeu, entre tantas outras, uma entrevista para a revista Starburst. Durante o bate papo o ator falou um pouco mais sobre Troy Otto, o destino do personagem nos próximos episódios e mais.

Confira a entrevista  completa abaixo:

STARBURST: Tendo interpretado um Deus grego, um bruxo em uma série de vampiros, e um lobisomem, o que te convenceu a tentar os zumbis em seguida?
Daniel Sharman: Bem, eu realmente gostei da ideia desse personagem, eu gostei da ideia de que, dentro desse gênero, a parte mais temível são os seres humanos e sua inconstância. E eu amei a ideia de interpretar um personagem dentro de algo perigoso e de alto risco. A coisa mais assustadora é interpretar um personagem que é mais assustador que a circunstância. Eu sempre penso que é um tópico interessante para se explorar.

S: O sobrenatural é algo que pessoalmente te interessa?
DS: Não, na verdade não. É engraçado, é quase como se eu fizesse isso propositalmente, mas é mais como esses são os únicos trabalhos que me deram. Não posso dizer que selecionei todos estes (trabalhos), eles são apenas os únicos que eu realmente poderia conseguir.

S: O papel de Troy tem sido indiscutivelmente um dos mais interessantes essa temporada; ele é quase como um fusível aceso, você simplesmente não sabe quando ele vai explodir. Como você se aproximou para interpretar um papel como esse, e quando você começou, quanto você sabia sobre onde estaria no final da mid-season?
DS: Eu não sabia nada. Pessoalmente, eu tive o primeiro script e falei com eles, eu queria que ele dosse um personagem completo. Tão extremo como na primeira cena e como esse primeiro episódio é, no fim das contas eu queria que as pessoas acreditassem que ele era uma pessoa real e acreditassem que tem algo sobre Troy que as pessoas poderiam simpatizar. Eu acho que isso foi importante pra mim. Eu tenho muita sorte que os escritores fizeram algo que eu acho detalhado e interessante. Eu acho que isso foi um presente, e eu não tinha ideia, eu ainda não sei realmente o que eles planejaram para ele, mas eu sei que acho que estão fazendo um ótimo trabalho com o personagem e eu acho que eles estão escrevendo algo bem interessante. E é sempre um prazer ir trabalhar e interpreta-lo

S: Como ator, não é incomum criar sua própria história por trás do personagem para ajudar na representação. Isso é algo que você fez com Troy, e caso tenha sido, como isso se alinha com as revelações da infância dele (Troy) que são mostradas durante os episódios.
DS: Como eu disse, eu queria muito fazer dele uma pessoa real. Então esse primeiro script, eu queria criar alguém que teria uma razão para cada uma dessas coisas. Bizarramente, muitas dessas coisas acabaram sendo parte do script. Certos elementos eram diferentes, e então obviamente eu adaptei essa história para se encaixar nesse mundo, mas tem elementos que são bastante parecidos. Eu acho que pra mim a coisa mais importante é que ele teve uma vida muito isolada. Na verdade, eu pensei que esse é alguém que provavelmente não teria sido educado ou que tivesse uma educação muito limitada. Quando isso vem a tona, ele na verdade foi tirado da escola… Eles são escritores muito espertos, eles tem realmente um ótimo senso para construir algo, para criar uma pessoa. Então, depois desse ponto, você pode fazer suas próprias observações, fazer sua própria história. Depois de um certo período, você tem esse encontro das suas ideias e as ideias deles, e isso que é ótimo sobre a próxima metade da temporada; você realmente sente como se pudesse voar um pouco porque você meio que conhece um ao outro dessa maneira. Os atores e os escritores se reuniram de forma criativa dessa maneira, e então você pode explorar e fazer mais coisas, surpreender as pessoas.

S: Você sente como se o vínculo maternal entre Troy e Madison controlou suas tendências mais sociopatas?
DS: Bem, sim. Eu acho que o importante é que ele nunca teve alguém que o admirou em sua vida. Ele teve uma educação atormentada, então quando alguém como Madison entra na vida dele, ele reconhece muitas coisas que ele admira nela. E eu acho que ele admira a ambição dela, mas há muita confusão lá; Troy sentindo coisas pela primeira vez. Então, sim, eu acho que isso controlou as coisas. Eu acho que ele é um observador magnifico, um grande observador, então ele pode ver coisas nela que eu acho que as outras pessoas não veem. Então isso controla certos comportamentos porque pela primeira vez ele vê alguém que ele pode competir ou respeitar, e, portanto, é esse ganho de aprovação que se torna uma grande parte do aprendizado dele, do processo de aprendizagem dele.

S: Tendo sido escolhido como galã anteriormente, foi reconfortante interpretar um personagem que não é tão sofisticado?
DS: É sempre um pequeno alivio não interpretar alguém que precise ser amado ou não precise ser de um determinado jeito. Eu acho que isso é sempre um alivio porque seu cabelo não precisa estar arrumado; você pode ajustar para deixar mais como você é na vida real. Você não precisa observar nenhum dos estereótipos. Você pode apenas fazer as coisas, você não precisa agir de uma certa maneira. Isso é bastante reconfortante, é algo adorável. Você não sente a pressão de ter de ser atraente de alguma forma ou de estar atraído por outro personagem, e então você vive nesse estado de despreocupação, como ator e como personagem, onde você não está observando ou tendo que ser atraente de alguma maneira.

S: Se o apocalipse zumbi acontecesse amanhã, quais seriam as três coisas que você pegaria primeiro do seu apartamento antes de sair?
DS: Todo mundo vai para coisas de sobrevivência, mas eu acho que eu iria para três ótimos dias, e então eu mesmo me mataria. Eu realmente não gostaria de sobreviver por muito tempo. Eu provavelmente tomaria uma grande quantidade de álcool e ficaria completamente acabado por alguns dias, e então encontraria algo com o qual eu poderia me matar. Todo mundo procura por coisas de sobrevivência, mas eu procuraria por três ótimos dias, e então estou fora daqui.

Tradução & adaptação: Equipe Daniel Sharman Brasil